PARA QUE SERVE UMA RELAÇÃO?

Este texto me foi enviado esta manhã por minha cunhada "Luna". Decidi publicar porque acredito que possa haver relações assim, só não acredito em nada eterno. Então publico, sob forma de protesto, por todos os relacionamentos humanos que tinham tudo para ser assim, mas que não são!

PS: procurei no GOOGLE a autoria, pois acho sacanagem publicar sem créditos. Tem gente que atribui ao Dráuzio Varella, mas acredito mesmo que seja da Martha Medeiros, criado à partir de uma entrevista concedida por ele como segue abaixo:

Lendo a entrevista que o médico e escritor Drauzio Varela deu para a revista Marie Claire, encontrei a definição mais simples e exata sobre o sentido de mantermos uma relação: "uma relação tem que servir para tornar a vida dos dois mais fácil" Vou dar continuidade a esta afirmação porque o assunto é bom e merece ser desenvolvido.

Algumas pessoas mantém relações para se sentirem integradas na sociedade, para provarem a si mesmas que são capazes de ser amadas, para evitar a solidão, por dinheiro ou por preguiça. Todos fadados à frustração.

Uma relação tem que servir para você se sentir 100% à vontade com outra pessoa, à vontade para concordar com ela e discordar dela, para ter sexo sem não-me-toques ou para cair no sono logo após o jantar, pregado.

Uma relação tem que servir para você ter com quem ir ao cinema de mãos dadas, para ter alguém que instale o som novo enquanto você prepara uma omelete, para ter alguém com quem viajar para um país distante, para ter alguém com quem ficar em silêncio sem que nenhum dos dois se incomode com isso.

Uma relação tem que servir para, às vezes, estimular você a se produzir, e, quase sempre, estimular você a ser do jeito que é, de cara lavada e bonita a seu modo. Uma relação tem que servir para um e outro se sentirem amparados nas suas inquietações, para ensinar a confiar, a respeitar as diferenças que há entre as pessoas, e deve servir para fazer os dois se divertirem demais, mesmo em casa, principalmente em casa.

Uma relação tem que servir para cobrir as despesas um do outro num momento de aperto, e cobrir as dores um do outro num momento de melancolia, e cobrirem o corpo um do outro quando o cobertor cair

Uma relação tem que servir para um acompanhar o outro no médico, para um perdoar as fraquezas do outro, para um abrir a garrafa de vinho e para o outro abrir o jogo, e para os dois abrirem-se para o mundo, cientes de que o mundo não se resume aos dois.

Se entendêssemos assim, não haveria tantas pessoas sozinhas!

 

"passou lotado"

É sabido por todos que eu ñ sou a Miss Brasil, mas até que sou bem engraçada ( se vcs me vissem toda suja da limpeza do escritório, escondida em meio a duas trancinhas mirradas, tentando escrever esse texto, entrecortada por clamores do chefe e campainhas, telefonemas e a empregada, ririam com certeza!).

Li ontem, no blog do Claudio Roberto, um texto onde ele diz que gosta das mulheres inteligentes e engraçadas. Hoje li no Garotas que Dizem Ni sobre os garotos legais e as garotas engraçadas que não são populares no colégio.

Me diz porque que a gente é assim???

Quer dizer, me diz porque que as pessoas são assim? Porque eu não sou! Tem um menino normal, que é uma gracinha no sentido de ser meigo, doce, inteligente, de não ser o maior cachorro-safado-sem-vergonha! Não quero nada com ele. Mas já gosto muito. Mas as coisas são sempre complicadas nesse sentido, né? Sempre falo as coisas “na lata”, tento deixar tudo sempre muito claro, tento não dar mancada, não, mas deixo tudo claro. Na minha cabeça (absurda) parece fazer sentido: - vc deixa tudo bem claro, não dá margem a dúvidas e tenta fazer as coisas darem certo.

Acho que vou começar a não responder às perguntas e não guiar as pessoas até as respostas. Eu devia ter escolhido psicologia, porque publicidade não parece meu forte no momento. Meu marketing pessoal, aliás, está péssimo! Mas para analisar as pessoas estou ótima (depois que já fiz besteira, claro!). Acho que o caminho agora é simplesmente ignorar as descobertas e voltar às convenções. Meninas andam com meninas. Meninos andam com meninos. Meninas fingem que não entendem. Meninos fingem saber tudo.

 

E isso é um blog. Escrevo a besteira que quiser. Não importa se ficção ou realidade. Não importa se sobre hoje, mês passado... infância. E ponto.
absurdos da (má)-educação até mesmo nas faculdades
Link pra Pensata, na Folha Online... Texto do Carlos Heitor Cony. Absurdamente coerente com a realidade...
CLICHÊ/CHAVÃO

Eu sei, estou há muito tempo sem escrever... sabe como é, concertando a vida. Parece que estou quase curada, mas a cura é um processo lento. Eu sei que eu não sou a “supergirl”, que não cicatrizo instantaneamente...

 

Já comecei inúmeros posts e não consegui terminar. Escrevi coisas engraçadas, outras trágicas, mas que como tudo, um dia se tornariam ridículas, cômicas. Aliás, como serão engraçadas as histórias tristes que vivi, quando não mais forem dolorosas... Trata-se daquele clichê “riremos muito disso juntos”. Espero mesmo rir junto. Por hora não sou capaz de rir. Posso apenas dar um bom “boa noite” como alguém outro dia me ensinou. Seria absurdo tentar ignorar, nenhum de nós conseguiria!

 

Sei que não está muito fácil de entender, mas tente adaptar cada frase a alguma história do seu cotidiano, porque mesmo não entendendo a minha, vai perceber que todos somos iguais (na mentira e na verdade, no amor e na maldade, como diria o Kim do Catedral).

 

 

Quem nunca encenou um desses papéis no palco da vida?

 

Havia um amigo e uma amiga. O amigo tinha namorada. A amiga era tão encantadora quanto jovem e tímida. Falei para o amigo que ele precisava se decidir. Não adiantava viver pensando o tempo todo na amiga e estar com a namorada. O amigo se decidiu. Deixou a namorada. O amigo é muito feliz. A amiga radiante. Num mundo só deles. E seria quase um crime tentar viver junto com eles. Se completam. Se amam (sic).O amigo cobra de mim a mesma cumplicidade. A dou. Espero sempre que entendam: ninguém mais pode fazer parte daquele mundo. É deles. É bonito. Quase puro.

 

PS: se o homem-chavão (ou quem sabe aquele do ofício) viesse aqui hoje, eu ganhava uma medalha! rs

 

UPDATE

 

PS2: acabei de ler no Síndrome de Estocolmo uma daquelas enquetes que a própria Denise respondeu, e comecei a chorar (contidamente pq tem boi na linha). Segue a 10ª pergunta e a resposta:

 

10. Se o céu existe, o que gostaria que Deus dissesse ao lhe encontrar?

 

Eu perdoo suas dúvidas.

 

PS3: não tenho dúvidas de que o céu existe, mas as vezes, a gente pensa que as promessas estão demoando a se realizar e passa a acreditar que não eram de Deus... a pressa, sempre a pressa!

 

PS4: sei que os PS's de 2 a 4 não têm relação com o post... mas é que eu nunca fiz um update aqui antes! rs

 

 

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BRASIL, Sudeste, Mulher, de 20 a 25 anos, publicidade, evangélica
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